sexta-feira, 4 de junho de 2010

Identificação da Rochas Magamáticas

As rochas magmáticas resultam do arrefecimento do magma. Podem ser:

* Intrusivas ou plutónicas - como se formam no interior da crosta, são rochas que arrefecem lentamente. O granito é um exemplo, possuindo cristais bem visíveis. Esta rocha é constituída por três minerais: feldspato, mica e quartzo.

* Extrusivas ou vulcânicas - formam-se na superfície do planeta e o seu arrefecimento é rápido. Uma destas rochas é o basalto, este apresenta uma cor escura, é compacto e muito duro.

Apresentamos-te o relatório da actividade laboratorial: "Identificação das rochas magmáticas" assim que clicares no link te apresentamos de seguida.

https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=12903be44032ae90&attid=0.1&disp=attd&realattid=f_g9ax46300&zw


Identificação de Rochas Sedimentar

As Rochas Sedimentares formam-se por deposição de materiais em ambientes continentais ou marinhos.

Os sedimentos, precursores das rochas sedimentares, encontram-se na superfície terrestre resultantes de fenómenos de meteorização e erosão de rochas pré-existentes assim como de restos orgânicos, sendo constituídos maioritariamente por areias, siltes e conchas de organismos. Estes primeiros, formam-se à medida que a meteorização vai fragmentando as rochas da crosta, sendo posteriormente transportados pela erosão. A água e o vento são os principais agentes de transporte de sedimentos. Quando estes agentes perdem a capacidade de transportar, devido a uma diminuição da velocidade, ocorre a sedimentação.Com o continuar da sedimentação, os sedimentos dispostos nos estratos inferiores são compactados (diminuição de volume) e cimentados (precipitação de minerais novos em torno das partículas depositadas, colando-as). Ao conjunto de processos que transformam os sedimentos em rochas sedimentares consolidadas dá-se o nome de diagénese.


Apresentamos-te abaixo o link do relatório que diz respeito ao relatório da actividade laboratorial: "Identificação de Rochas Sedimentares" , clica e poderás observar o mesmo.
https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=1290446405a09467&attid=0.1&disp=attd&realattid=f_ga1d1ux60&zw

Como se altera o granito?


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Espécie rara de mexilhões pode impedir barragem



O Estudo de Impacte Ambiental (EIA) das quatro barragens do Alto Tâmega entrou em consulta pública até 14 de março, revelando um cenário alternativo de não construção da de Padroselos devido à descoberta de uma espécie rara de mexilhões.


No decorrer da elaboração do EIA da «cascata» do Alto Tâmega, que incluiu a construção de quatro barragens - Alto Tâmega, em Vidago, e Daivões (ambas no rio Tâmega) e Gouvães e Padroselos (afluentes) - foi descoberta uma importante população de bivalves com elevado estatuto conservacionista no rio Beça.


Em sequência destes «fortes constrangimentos de ordem ambiental» na área de implantação da albufeira de Padroselos, o EIA revela um «possível cenário alternativo do projecto», que passa pela exclusão desta barragem aumentando a potência prevista para Gouvães.


O mexilhão de rio do norte, margaritifera margaritifera, é uma espécie rara protegida pela legislação nacional e europeia e que, em 1986, chegou a ser dado como extinto em Portugal.


Actualmente, esta espécie existe nos rios Rabaçal, Tuela e Mente, que atravessam a parte ocidental do Parque Natural de Montesinho (PNM), e ainda no Paiva, Neiva e Cavado.
A construção da barragem de Padroselos implicaria a eliminação desta colónia de bivalves.


O Estudo de Impacte Ambiental (EIA) das quatro barragens do Alto Tâmega entrou em consulta pública até 14 de março, revelando um cenário alternativo de não construção da de Padroselos devido à descoberta de uma espécie rara de mexilhões.


No decorrer da elaboração do EIA da «cascata» do Alto Tâmega, que incluiu a construção de quatro barragens - Alto Tâmega, em Vidago, e Daivões (ambas no rio Tâmega) e Gouvães e Padroselos (afluentes) - foi descoberta uma importante população de bivalves com elevado estatuto conservacionista no rio Beça.


Em sequência destes «fortes constrangimentos de ordem ambiental» na área de implantação da albufeira de Padroselos, o EIA revela um «possível cenário alternativo do projecto», que passa pela exclusão desta barragem aumentando a potência prevista para Gouvães.


O mexilhão de rio do norte, margaritifera, é uma espécie rara protegida pela legislação nacional e europeia e que, em 1986, chegou a ser dado como extinto em Portugal.


Actualmente, esta espécie existe nos rios Rabaçal, Tuela e Mente, que atravessam a parte ocidental do Parque Natural de Montesinho (PNM), e ainda no Paiva, Neiva e Cavado.
A construção da barragem de Padroselos implicaria a eliminação desta colónia de bivalves.


Reflexão:


A construção de barragens tem como objectivo o aproveitamento dos recursos hídricos, na produção de energia (hidroeléctrica). Mas apesar de apresentar vantagens, como a possibilidade de armazenamento de água, para vários fins, para além de controlarem os caudais dos rios, também possuem desvantagens: causam a submersão de muitos ecossistemas terrestres, interferem na biodiversidade e aprofundam o leito do rio. Para além de se tornarem perigosas com o passar do tempo, devido ao perigo de ruptura.


Assim antes da construção de barragens deve-se realizar sempre um estudo ambiental acerca do impacto ambiental que pode vir a ter sobre o ecossistema e sobre a bacia hidrográfica em questão.


Fonte:

http://www.tvi24.iol.pt/ambiente/eia-ambiente-tvi24-ultimas-barragem/1139549-4070.html


quinta-feira, 25 de março de 2010

Aula de Campo nº1

No decorrer do 2ºperíodo tivemos uma saída de campo, durante a qual percorremos a faixa litoral do Parque Natural Litoral Norte, observando e analisando o estuário do rio Cávado, a ocupação antrópica, as arribas vivas e as arribas fósseis, a plataforma continental, entre outras estruturas e formas de erosão.

Damos-te a oportuniodade de ver um pouco de observamos durante esta aula através de um vídeo que elaboramos com as fotos que tivemos oportunidade de tirar durante a mesma.

Para obter mais informações clique no link abaixo indicado, e tenha a oportunidade de ver o nosso relatorio: https://mail.google.com/mail/?ui=2&ik=3994e9d7e0&view=att&th=128ff8dc08ea1ab7&attid=0.1&disp=attd&realattid=f_ga01c5990&zw

quarta-feira, 24 de março de 2010

Ocupação Antrópica e Problemas de Ordenamento


O aumento populacional, que se acentuou no último século, tem criado uma série de problemas com consequências graves para o equilíbrio nos subsistemas. Há necessidade de aumentar as áreas destinadas à agricultura e à pecuária, às vias de comunicação e outras infra-estruturas.
No entanto, esta ocupação faz-se sem qualquer planificação ou conhecimento da área a ocupar, daí resultam impactos negativos que aumentam o risco geológico, ou seja, a probabilidade de ocorrer acidentes geológicos numa dada área e período de tempo, que têm como consequências perdas humanas e prejuízos materiais. Podem-se salientar alguns riscos naturais como por exemplo as inundações, erupções vulcânicas, deslizamentos de terras, fogos selvagens, tufões, tornados, seca, pragas de animais, etc.Assim, para evitar que a ocupação antrópica gere cada vez mais problemas é necessário elaborar cartas de risco geológico identificando áreas de maior ou menos risco, bem como elaborar planos de ordenamento do território. Desta forma, promove-se uma ocupação racional dos solos em função do fim a que se destinam, e assim diminuem-se os ricos da ocupação antrópica. Existem três tipos de riscos geológicos que afectam de uma forma mais acentuada o Homem: os ricos associados às bacias hidrográficas, zonas costeiras e às zonas de vertente.


terça-feira, 23 de março de 2010

Chuvas engolem população na Sílicia

Um enorme deslizamento de terras varreu do mapa parte da localidade de San Fratello, no sul da Itália. Mais de metade da população foi retirada devido ao perigo que as imagens documentam.
As imagens demonstram a dimensão dos vários deslizamentos que atingiram a localidade de San Fratello no sul da Itália. Cerca de 2 mil pessoas viram-se mesmo forçadas a sair das suas habitações e as autoridades locais já decretaram o estado de emergência.
Os deslizamentos foram causados pelo mau tempo que tem atingido a localidade nos últimos dias, principalmente a chuva intensa que já causou danos significativos em habitações, escolas e até em igrejas. Ainda assim, a população foi retirada a tempo de casa e não há registo de vítimas mortais causadas pelos deslizamentos
San Fratello situa-se a 546 metros de altura sobre uma colina de 800 metros de altura.



Reflexão:
Este incidente resulta da falta de ordenamento do território (conjunto de processos integrados na organização do espaço biofísico, tendo como objectivo a sua ocupação, utilização e transformação de acordo com as capacidades do referido espaço.), pois caso este existisse agora não existiam probabilidades de derrocadas, nem era necessário o desalojamento da população. Não se verificariam danos materiais nem possíveis danos humanos.



Fonte:
http://www.tvi24.iol.pt/internacional/italia-deslizamento-terras-mau-tempo-europa-tvi24/1139686-4073.html